Volto a escrever depois de muito postergar. Alguns motivos me levaram a demorar esse tempo, alguns deles aqui estão: meu computador se foi, disse adeus, faleceu, foi para o mundo ds MSX, 486, coitado; o netbook que estou usando possui teclas do tamanho de um Mentex, então imaginem a calma que tenho que ter para não digitar um caps ou um alt, ou então esbarrar no touchpad e colocar o cursor em uma outra posição totalmente diferente...pois é; e outra é o monte de coisas que aconteceram e acontecem e que ficam todas misturadas na minha precária cabeça.
Não farei nenhum resumo dos acontecimentos, que se danem, ou falando no carioquês culto, foda-se. O fato é que tem acontecido bastante coisa e eu não estou me sentindo confortável e nem preparado psicologicamente para tais coisas. Sabe quando você toma um caldo na praia e não sabe onde está a terra, quanto mais você se mexe mais se afoga? É, rapaz, é isso aí! Está uma confusão aqui dentro, coitados dos meus neurônios, devem estar exautos de tanta sinapse e tanta merda que passa por eles. Eu tenho pensado em tanta coisa, tantos planos, tantas realidades, tantas hipóteses. Ah as hipóteses, me matam com suas possíveis realidades, possíveis mundos, possíveis situações.
algo não está certo, tenho que pôr tudo no lugra, tenho de ser uma pessoa melhor, não me sinto útil, não me sinto crível. Acho que é meu passado, um ranso do qual não consigo me livrar talvez por minha própria culpa. talvez não, é minha culpa. Mas o que fazer? Como fazer?
as respostas dessas perguntas, meu caro Guilherme, pelo que vejo, você terá de encontrar sozinho, e talvez com algum sofrimento.