segunda-feira, 23 de maio de 2011

The long and winding love

Pois é, depois de muito tempo de silêncio resolvi escrever para descrever o que senti, mais uma vez, ao ver o Sir Paul McCartney, ou o Macca, como estava na camisa da seleção que ele ganhou e fez questão de abrir no palco.
Não conseguirei expressar com meras palavras o que senti e ainda sinto. É aquele clichê "só estando lá para saber". Imaginem uma criança na noite de Natal, depois de um ano inteirinho pedindo ao Papai Noel aquele presente todo especial. O cuidado com o qual ele fez a cartinha, a escolha do lápis, o capricho com a letra, os suspiros ao pensar no presente... Pois é.

Enfim, chega o grande dia, todos em casa, a festa, o clima especial - o cheiro do Natal é diferente -, a comilança, as músicas e, e, e... esperar até meia noite se torna uma tortura. Por que o bom velhinho não vem no horário de Malta, ou sei lá, qualquer lugar com horário mais adiantado???

Bom, depois de tentarmos nos distrair com todo o tipo de bobagem, até com o especial da Xuxa, chega a hora, o momento, o minuto, segundo tão esperado. Aquela balbúrdia, a gritaria, os pais, avós, tios gritando "o Papai Noel passou por aqui!!!" (mas nunca o vimos, eita velhinho safado). Corremos na direção dessa voz e vemos lá nosso embrulho. Nossos ouvidos se calam para qualquer outra coisa, nossos olhos perdem a visão periférica, nossas mãos suam, a boca fica seca... "Era o que eu pedi" (claro, por que Papai Noel traria algo diferente, do tipo "olha, o seu autorama eu não achei, não tive tempo de ir na RiHappy, mas te trouxe um artesanato das bordadeiras de Caruaru!").

Então, se você se identificou com essa historinha vai entender o que eu senti no momento em que as luzes se apagaram e o primeiro acorde soou. Era mais que um sonho sendo realizado, era minha história se alinhando com a história de um dos músicos mais talentosos e inspiradores do universo. Sabe quantas vezes eu sonhei em ser um Beatle ou tocar para um estádio lotado? Perco as contas. E ontem cada vez que ele cantava eu me sentia lá também, cada riff tocado era um pulsar do meu coração.

É, esse ano Papai Noel chegou bem mais cedo! um bom velhinho de 68 anos me fez mais uma vez o cabeludo com a clave de fá no braço mais feliz do mundo!

Obrigado!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

E vem chegando o carnaval, novamente o nervosismo, a ansiedade, as angústias, alegrias, estresses. Mas aí, não vale a pena???
Amo isso!!!

Essa foi curtinha, mas foi sincera!!!
Amplexos